domingo, 10 de fevereiro de 2008

Incompreendida







Como um peixe na terra
Um gato no mar
Num mundo de feras
Eu me ponho a cantar

Lamentando e cantando
Assim vou caminhando
Na esperança de um dia encontrarUm lugar pra chamar de lar

Vivendo, aprendendo, caindo e levantando
Mas também crendo e sonhando
Que essa noite vai passar
E que amanhã o sol da justiça vai brilhar

2 comentários:

Éverton Vidal Azevedo disse...

Parece uma modinha rs... dá até pra colocar uns acordes :D

Edi Oliveira disse...

Adorei esse poema! Tem muito a minha cara eheheehhe