Tristemente aprendi
Que para eles
O meu silêncio vale mais
Pois não há um
Nem um sequer
Que se importe com a saúde
Dos meus frágeis ossos
E lá vou eu... Vivendo, aprendendo, calando, amargando, e por fim... morrendo.
Que para eles
O meu silêncio vale mais
Pois não há um
Nem um sequer
Que se importe com a saúde
Dos meus frágeis ossos
E lá vou eu... Vivendo, aprendendo, calando, amargando, e por fim... morrendo.

2 comentários:
Ah... sempre tem unzinho ou mais :P
Bonito epigrama*!
(geralmente os poemas pequenos sao chamados de epigrama né?)
Lindo!
Amei, são doces e ao mesmo tempo, profundos.
Ass.:Deusinha
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